Sem fantasia
Suas palavras cortantes
Violentaram meus tímpanos
Entraram pelos meus ouvidos
Como um forte zumbido
Escancarando toda falsa moral
Beliscaram com força minha consciência
Revelando toda falência social
Suas palavras sediavam uma tristeza profunda
Uma desilusão aguda
Com essa entrega carnal, parcial, unilateral
Para Maya era fatal
Quem diria...
A Deusa era mortal
Sua teia de ilusão
Virou pano de chão
Desnudou a paixão
Ruiu toda sedução
Rasgou-se a cortina de fumaça
Apareceu toda a trapaça
Que no cotidiano vivemos a encenar
Era a verdade nua, crua, arreganhada
Doída pela cilada de querer romance
Num mundo quase sem chance
De viver o bom de amar
Violentaram meus tímpanos
Entraram pelos meus ouvidos
Como um forte zumbido
Escancarando toda falsa moral
Beliscaram com força minha consciência
Revelando toda falência social
Suas palavras sediavam uma tristeza profunda
Uma desilusão aguda
Com essa entrega carnal, parcial, unilateral
Para Maya era fatal
Quem diria...
A Deusa era mortal
Sua teia de ilusão
Virou pano de chão
Desnudou a paixão
Ruiu toda sedução
Rasgou-se a cortina de fumaça
Apareceu toda a trapaça
Que no cotidiano vivemos a encenar
Era a verdade nua, crua, arreganhada
Doída pela cilada de querer romance
Num mundo quase sem chance
De viver o bom de amar
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